domingo, 26 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Intolerância à Lactose
O que é?
É a incapacidade de aproveitarmos a lactose, ingrediente característico do leite animal ou derivados (laticínios) que produz alterações abdominais, no mais das vezes, diarréia, que é mais evidente nas primeiras horas seguintes ao seu consumo.
Como se desenvolve?
Na superfície mucosa do intestino delgado há células que produzem, estocam e liberam uma enzima digestiva (fermento) chamada lactase, responsável pela digestão da lactose. Quando esta é mal absorvida passa a ser fermentada pela flora intestinal, produzindo gás e ácidos orgânicos, o que resulta na assim chamada diarréia osmótica, com grande perda intestinal dos líquidos orgânicos.
Existem pessoas que nascem sem a capacidade de produzir lactase e, enquanto bebês, sequer podem ser amamentados, pois surge implacável diarréia.
Por outro lado, em qualquer época da vida pode aparecer esta incapacidade de produção ou uma inibição temporária, por exemplo, na seqüência de uma toxinfecção alimentar que trouxe dano à mucosa intestinal. Igualmente, a dificuldade pode advir de lesões intestinais crônicas como nas doenças de Crohn e deWhipple, doença celíaca, giardíase, AIDS, desnutrição e também pelas retiradas cirúrgicas de longos trechos do intestino (síndrome do intestino curto).
A deficiência congênita é comum em prematuros nascidos com menos de trinta semanas de gravidez.
Nos recém-nascidos de gestações completas, os casos são raros e de caráter hereditário.
A concentração da lactase nas células intestinais é farta ao nascermos e vai decrescendo com a idade.
Nos EUA, um a cada quatro ou cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância ao leite. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor de 25%, enquanto que na população de origem asiática o problema alcança 90%. Nos afro-americanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos.
O que se sente?
É variável de pessoa a pessoa e de acordo com a quantidade ingerida.
Assim, a maioria dos deficientes de lactase pode ingerir o equivalente a um ou dois copos de leite ao dia, desde que com amplos intervalos e não diariamente. Ainda que minoritários, não são raras as pessoas que, desde pequenas, evitam ou não gostam do leite, mesmo sem se darem conta que são assim porque o leite e derivados lhes faz mal.
Os pacientes percebem aumento de ruídos abdominais, notam que a barriga fica inchada e que eliminam mais gases. Quando a dose de leite ou derivados é maior surge diarréia líquida, acompanhada de cólicas. A queixa de ardência anal e assadura é porque a acidez fecal passa a ser intensa (pH 6,0).
A maioria dos pacientes que só tem intolerância a lactose, não tem evidências de desnutrição, nem mesmo maior perda de peso. Quando isso ocorre, pode haver a associação da intolerância com outras doenças gastro-intestinais.
Como o médico faz o diagnóstico?
Freqüentemente a intolerância à lactose é sugerida pela história clínica, principalmente quando os dados são definidos e especificamente perguntados.
A diminuição de sintomas após algumas semanas de dieta livre de lactose serve como teste diagnóstico/ terapêutico.
O Teste de Tolerância à Lactose é o usado em nosso meio, pois não dispomos do Teste Respiratório, tido com o mais sensível e certamente o mais simples dos métodos.
Entre nós, o paciente recebe para beber um copo d'água contendo de 50 a 100 g de lactose e lhe é tirado sangue quatro a cinco vezes no espaço de duas horas. Quando a diferença entre a dosagem sangüínea da lactose de jejum e o pico da curva das demais medidas se mostrar menor de 20 mg%, o teste tem "curva plana" e é considerado positivo, indicando má absorção de lactose nessas pessoas.
Há possibilidade de erro nos diabéticos, entre outros. A ocorrência de diarréia, ainda no laboratório e ou nas primeiras horas a seguir, reforça a conclusão de diagnóstico positivo para intolerância à lactose.
Como se trata e como se previne?
Uma vez caracterizado o diagnóstico, pode se prevenir novos sintomas não usando leite e laticínios. Usando-os, a prevenção é mediante a tomada de fermento sintético prévia a qualquer ingestão de lactose. Cabe salientar que vários medicamentos, inclusive antidiarréicos e anti-reumáticos contêm lactose no chamado excipiente, ou seja, no pó ou no líquido necessário para poder conter a substância básica num comprimido ou solução; isso é importante quando avaliamos os efeitos indesejáveis referidos pelos usuários.
Fonte http://www.abcdasaude.com.br
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Consumo de alimentos ricos em glúten deve ser moderado até mesmo por não celíacos
"Não contém glúten". Quantas vezes não lemos essa frase em embalagens de alimentos como pães, biscoitos, bolos, bolachas e massas? Apesar da grande frequência com que esse aviso aparece, o glúten ainda é encontrado em uma infinidade de outros produtos industrializados que também consumimos. Saber quais os cuidados ao ingerir esses alimentos é importante tanto para pessoas que possuem intolerância à substância - a chamada doença celíaca - quanto para quem não possui, já que o glúten traz algumas mudanças em nosso organismo. A seguir, você confere o que especialistas recomendam sobre esse consumo:
O que é o glúten?
"O glúten nada mais é do que uma proteína de tamanho grande, formada por duas proteínas menores chamadas gliadina e glutenina. Ele é encontrado junto ao amido, em cereais como trigo, centeio, aveia, cevada, triticale e malte", conta a nutricionista Maíra Barreto Malta, da UNESP. "Todos os alimentos derivados desses grãos, como farinha de trigo, cerveja e uísque, também possuem glúten em sua composição", completa.
Essa substância possui diferentes finalidades na produção dos alimentos. No processo de fermentação do pão, por exemplo, o glúten contido na farinha de trigo é responsável pela permanência dos gases no interior da massa, fazendo com que o pão aumente de volume e não diminua após esfriar.
"Assim como carne e alguns vegetais, o glúten pode ser usado como fonte de proteínas para o corpo", diz Vera Lúcia Sdepanian, chefe do Departamento de Gastroenterologia da Unifesp. Quando é cozido, ganha uma consistência firme, parecida com a da carne vermelha, e pode ser servido sem nenhum outro ingrediente além de temperos. Normalmente, em restaurantes vegetarianos, o caldo de glúten cozido é usado para dar mais gosto ao prato.
Ele faz mal?
A nutricionista Maíra afirma que o glúten não faz mal para pessoas sem a doença celíaca, pois pessoas "não doentes" não sofrem as reações químicas que danificam o intestino. "Há alguns relatos de pessoas que se sentem com distensão abdominal ao consumir grande quantidade de alimentos ricos em glúten, mas esse sintoma não tem nada a ver especificamente com essa proteína", explica.
O problema em consumir alimentos que possuem glúten não está nessa proteína em si, mas sim nas outras características desses alimentos. "As opções ricas em glúten são bastante energéticas. Como a energia é armazenada no corpo em forma de gordura, o consumo exagerado desses alimentos pode levar ao aumento de peso, obesidade e posteriormente ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares crônicas", explica a nutricionista.
Pessoas não celíacas também podem ter reações ao ingerir esses alimentos, mas relacionadas a outros distúrbios. "Muitos na verdade são alérgicos ao trigo, mas associam os sintomas dessa doença, como a urticária, à ingestão de glúten, o que é totalmente incorreto", conta a nutricionista Vera.
O problema em consumir alimentos que possuem glúten não está nessa proteína em si, mas sim nas outras características desses alimentos. "As opções ricas em glúten são bastante energéticas. Como a energia é armazenada no corpo em forma de gordura, o consumo exagerado desses alimentos pode levar ao aumento de peso, obesidade e posteriormente ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares crônicas", explica a nutricionista.
Pessoas não celíacas também podem ter reações ao ingerir esses alimentos, mas relacionadas a outros distúrbios. "Muitos na verdade são alérgicos ao trigo, mas associam os sintomas dessa doença, como a urticária, à ingestão de glúten, o que é totalmente incorreto", conta a nutricionista Vera.
O que é doença celíaca?
Uma pessoa diagnosticada com doença celíaca não pode comer nenhum tipo de alimento que contenha glúten. "Indivíduos com essa doença tem uma reação anormal à ingestão de glúten. O corpo acaba liberando substâncias como a citosina, que danifica e atrofia a parede do intestino delgado. Se não houver um acompanhamento ou um controle da alimentação, essa doença pode levar à morte", diz Vera Lúcia.
O sintoma mais clássico dessa doença é a diarreia crônica, causada pela inflamação no intestino delgado, que passa a apresentar falhas na absorção dos nutrientes. "Além disso, os celíacos podem apresentar déficit no crescimento, atraso menstrual, esterilidade, aftas recorrentes e dificuldades para tratar anemia, já que o intestino não consegue absorver o ferro", diz Vera Lúcia.
O sintoma mais clássico dessa doença é a diarreia crônica, causada pela inflamação no intestino delgado, que passa a apresentar falhas na absorção dos nutrientes. "Além disso, os celíacos podem apresentar déficit no crescimento, atraso menstrual, esterilidade, aftas recorrentes e dificuldades para tratar anemia, já que o intestino não consegue absorver o ferro", diz Vera Lúcia.
Não há cura para essa doença, mas procurar um médico que indique uma dieta sem glúten é o melhor tratamento. "É importante ressaltar que, após o aparecimento desses sintomas, a pessoa não deve parar de comer alimentos que contenham glúten por conta própria. Essa ação pode prejudicar ainda mais o organismo. Só um profissional, depois de fazer uma biópsia do intestino, pode fazer o diagnóstico da doença e indicar uma dieta adequada", recomenda a nutricionista.
É bem provável que o médico indique alimentos que pode ser usados como substitutos do glúten. "Opções feitas com farinha de arroz, fécula de batata, quinoa, milho e mandioca são ótimas alternativas. Esses alimentos, assim como o trigo, a centeia e a aveia, são ricos em fibras e proteínas", diz Maíra.
É bem provável que o médico indique alimentos que pode ser usados como substitutos do glúten. "Opções feitas com farinha de arroz, fécula de batata, quinoa, milho e mandioca são ótimas alternativas. Esses alimentos, assim como o trigo, a centeia e a aveia, são ricos em fibras e proteínas", diz Maíra.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/13293-esclareca-suas-duvidas-sobre-os-pros-e-contras-do-gluten
domingo, 5 de abril de 2015
Benefícios do Chimarrão
Análises e estudos sobre a erva-mate têm revelado uma composição que identifica diversas propriedades nutritivas, fisiológicas e medicinais no produto, o que lhe confere um grande potencial de aproveitamento. O mestre em botânica Renato Kaspary em publicação de 1991 sobre erva-mate e Eunice Valduga, em dissertação para obtenção do grau de mestre (95), trazem várias informações a respeito.
Na constituição química da erva-mate, aparecem:
Alcaloides (cafeína, metilxantina, teofilina e teobromina), taninos (ácidos fólico e cafeico), vitaminas (A, Bi, B2, C e E), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), proteínas (aminoácidos essenciais), glicídeos (frutose, glucose, rafinose e sacarose), lipídeos (óleos essenciais e substâncias ceráceas), além de celulose, dextrina, sacarina e gomas.
Assim, considera Kaspary, "a erva- mate é considerada um alimento quase completo, pois contém quase todos os nutrientes necessários ao nosso organismo".
Também é extenso o rol de propriedades terapêuticas da erva-mate, de modo especial em razão da presença de alcaloides, como a cafeína, na sua composição.
Destaca-se principalmente que o mate é estimulante da atividade física e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e músculos eliminando a fadiga. Observa-se também que estimulante do mate é mais prolongada que a do café, sem deixar efeitos colaterais ou residuais como a insônia e irritabilidade. Por outro lado, o chimarrão atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco e harmoniza o funcionamento bulbo-medular. Age também sobre o tubo digestivo, facilita a digestão e favorece a evacuação e micção. É considerada ainda um ótimo remédio para pele e reguladora das funções do coração e da respiração, além de exercer importante papel na regeneração celular.
O chimarrão, segundo institutos de pesquisas internacionais, é um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso: elimina os estados depressivos, conferindo ao músculo maior capacidade de resistência a fadiga, sem causar efeitos colaterais. Após estudos realizados sobre os efeitos fisiológicos exercidos pela erva-mate concluíram: O emprego da infusão aumenta as forças musculares, desenvolve as faculdades mentais, tonifica o sistema nervoso, regulariza e regenera as funções do coração e respiração, facilita a digestão e determina uma sensação de bem estar e vigor no organismo, sem acarretar depressões ou qualquer efeito colateral no organismo, como a insônia, palpitações ou agitações nervosas provocadas por outras bebidas similares, permite como bom alimento (natural) que sejam suportadas as fadigas e a fome.
A erva-mate contém altas proporções de vitamina E, efetiva na regulação das funções sexuais, além de ser um elemento indispensável para a pele.
As análises feitas com as folhas de erva-mate mostram que esta planta possui vitaminas, aparecendo em maior escala as do complexo B; possui também cálcio, magnésio, sódio, ferro e flúor, minerais indispensáveis a vida.
O chimarrão é rico em ácido pantotênico, encontrado em menor escala na tão propalada geleia real das abelhas, muito procurada pelas características medicinais que possui.
Fonte: http://www.chimarrao.com
segunda-feira, 30 de março de 2015
Chocolate com alto teor de cacau é bom para saúde
“Chocolate mais saudável é o que tem 100% de cacau”, destaca nutricionista Karin Honorato. Aproveitando que a Páscoa está próxima, ela mostra os benefícios do chocolate, e quais são os melhores tipos para consumir.
De acordo com a nutricionista, o chocolate vem da semente do cacau, que possui todos os benefícios para a saúde. “O cacau é rico em polifenóis e flavonoides interessantíssimos, com comprovação científica, que ajuda a prevenir doenças, principalmente a diminuir os riscos cardiovasculares”, revela.
O problema, aponta Karin, é que o cacau não está presente em quantidade suficiente em todos os chocolates. “Muitas vezes, o cacau vem com leite, açúcar, aditivos, gordura hidrogenada, e outras substâncias que não fazem nada bem para a saúde”, diz.
Sendo assim, conforme a nutricionista, o ideal seria consumir o chocolate que tem 100% de cacau, ou os mais próximos disso. Entre eles, estão o chocolate amargo e o meio amargo. A média diária para o consumo desses alimentos é de 30 a 40 gramas.
Segundo a nutricionista, o chocolate mais consumido é o ao leite. “As vezes não chega nem a 40% de cacau. E muito leite, açúcar, aditivos e gordura hidrogenada. Por ser um chocolate mais doce, é o que as pessoas consumem mais”, diz. Karin destaca que o chocolate ao leite não está entre os mais benéficos para a saúde.
Sendo assim, conforme a nutricionista, o ideal seria consumir o chocolate que tem 100% de cacau, ou os mais próximos disso. Entre eles, estão o chocolate amargo e o meio amargo. A média diária para o consumo desses alimentos é de 30 a 40 gramas.
Segundo a nutricionista, o chocolate mais consumido é o ao leite. “As vezes não chega nem a 40% de cacau. E muito leite, açúcar, aditivos e gordura hidrogenada. Por ser um chocolate mais doce, é o que as pessoas consumem mais”, diz. Karin destaca que o chocolate ao leite não está entre os mais benéficos para a saúde.
“O chocolate branco não deveria nem ser chamado de chocolate. Ele não é feito da semente, e sim da manteiga de cacau que é bem gordurosa. Ele pode ter mais de 50% açúcar”, conta. Segundo ela, esse tipo de chocolate deve ser consumido com muita moderação.
Karin lembra que é preciso prestar atenção nos outros alimentos que acompanham o doce. “Castanhas, amendoim, gengibre, pimenta. Algumas substâncias podem ajudar ainda mais a saúde”, afirma. O gengibre, por exemplo, é anti-inflamatório, assim como as pimentas. As castanhas e amêndoas têm gorduras saudáveis; também pode ajudar no colesterol e na saciedade”, complementa.
Karin Honorato explica que algumas pessoas têm restrições, como os diabéticos. Por isso, eles escolhem o chocolate diet. Porém, esse é um tipo que é indicado somente para um grupo específico. “Ele não tem o açúcar, mas tem a parte química do adoçante. E, as vezes, muito mais gordura. Então essa não é uma escolha tão saudável para todo mundo”, esclarece a nutricionista.
Outra opção é a alfarroba, que é feita de uma vagem. “Não tem leite, glúten ou lactose. E pouca gordura, bem menos do que a do chocolate tradicional. A alfarroba tem o sabor muito parecido com o do chocolate”, diz.
Por fim, Karin Honorato destaca o cacau em pó. “Aqui sim, você recebe todas as substâncias anti-inflamatórias, antioxidantes, vitaminas e minerais, e sem açúcar, gordura e leite. Por isso, aproveita bem o cacau em pó para fazer tudo que puder”, finaliza a nutricionista.
Karin lembra que é preciso prestar atenção nos outros alimentos que acompanham o doce. “Castanhas, amendoim, gengibre, pimenta. Algumas substâncias podem ajudar ainda mais a saúde”, afirma. O gengibre, por exemplo, é anti-inflamatório, assim como as pimentas. As castanhas e amêndoas têm gorduras saudáveis; também pode ajudar no colesterol e na saciedade”, complementa.
Karin Honorato explica que algumas pessoas têm restrições, como os diabéticos. Por isso, eles escolhem o chocolate diet. Porém, esse é um tipo que é indicado somente para um grupo específico. “Ele não tem o açúcar, mas tem a parte química do adoçante. E, as vezes, muito mais gordura. Então essa não é uma escolha tão saudável para todo mundo”, esclarece a nutricionista.
Outra opção é a alfarroba, que é feita de uma vagem. “Não tem leite, glúten ou lactose. E pouca gordura, bem menos do que a do chocolate tradicional. A alfarroba tem o sabor muito parecido com o do chocolate”, diz.
Por fim, Karin Honorato destaca o cacau em pó. “Aqui sim, você recebe todas as substâncias anti-inflamatórias, antioxidantes, vitaminas e minerais, e sem açúcar, gordura e leite. Por isso, aproveita bem o cacau em pó para fazer tudo que puder”, finaliza a nutricionista.
Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais
quarta-feira, 25 de março de 2015
Chocolate faz bem para a saúde; confira 10 benefícios
- O chocolate não é só uma delícia. O seu consumo moderado também oferece uma lista de benefícios. E quanto mais cacau na fórmula, melhor. Às vésperas da Páscoa, confira abaixo os pontos positivos relacionados à iguaria, segundo estudos recentes.
1. Câncer de intestino
Pesquisadores da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, divulgaram em 2008 que o chocolate pode ajudar a combater o câncer de intestino. Isso porque algumas moléculas presentes no cacau, chamadas de procianidinas, possuem propriedades antioxidantes, que serviriam para proteger as células das degenerações do tumor.
2. Bem-estar
A sensação de bem-estar causada pelo chocolate encontra respaldo na ação da endorfina e da dopamina, relacionadas ao relaxamento. Alguns cientistas afirmam que a delícia é capaz de aumentar a produção dessas substâncias.
3. Fluxo arterial
Estudos mostram que o consumo do chocolate amargo melhora o fluxo arterial e faz bem à saúde cardiovascular por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas e de obstrução dos vasos sanguíneos. Ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim).
4. Saúde do coração
O chocolate tem efeitos benéficos para o coração. Cientistas da Universidade de Linkoping, na Suécia, descobriram que a versão amarga (rica em cacau) inibe uma enzima no organismo conhecida por elevar a pressão arterial. O resultado positivo é atribuído às catequinas e procianidinas, antioxidantes encontrados na iguaria.
5. Saúde cerebral
O chocolate amargo pode reduzir os danos cerebrais após um acidente vascular cerebral, segundo um estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Os cientistas descobriram que um composto chamado epicatequina protege as células nervosas. Os testes foram realizados em ratos e a equipe espera que os efeitos possam ser aplicados em seres humanos.
6. Na gravidez
Chocolate durante gravidez pode ajudar a prevenir a pré-eclâmpsia (hipertensão). Uma pesquisa da Universidade Yale, nos Estados Unidos, sugere que mulheres que saboreiam a delícia ao menos cinco vezes por semana estão 40% menos propensas a desenvolver o problema do que aquelas que a consomem menos de uma vez. O composto teobromina, encontrado principalmente nas variedades amargas e meio-amargas, pode ser o responsável pelo benefício.
7. Ataques cardíacos
Pessoas que sobreviveram a ataques cardíacos e comem chocolate podem reduzir o risco de morrer por problemas do coração, segundo pesquisa realizada na Suécia. Testes mostraram que saborear o produto duas vezes por semana resultou em 66% menos chances de morrer de doença cardíaca e uma vez por semana reduziu o risco quase pela metade. Isso porque a delícia é rica em antioxidantes, que nos protege do envelhecimento causado pelos radicais livres.
8. Dores
Ingerir chocolate pode aliviar dores, de acordo com um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. A distração de comer ou beber por prazer atuaria como um analgésico natural. Os testes foram realizados em ratos, mas os pesquisadores acreditam que o mesmo efeito ocorra em pessoas.
9. Beleza
O chocolate é um aliado da beleza também. Está presente em banhos de ofurô, massagens, máscaras e outros cosméticos. Além do alto poder hidratante, o produto combate os radicais livres, evitando a oxidação das células.
10. Desgaste físico
Dois levantamentos realizados por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, concluíram que leite com chocolate é a melhor bebida para se recuperar da atividade física. Os benefícios estariam na quantidade de carboidratos e proteínas da mistura.
Fonte: http://saude.terra.com.br
quinta-feira, 5 de março de 2015
Suco de uva integral emagrece, dá saúde ao coração e faz viver mais
As mulheres lindas que vemos na tevê têm vários truques para manter o corpo em forma. Um deles, revelado por estrelas como Ellen Roche, é o suco de uva integral, mais novo queridinho das famosas. Isso porque a bebida ajuda a emagrecer, melhora a circulação sanguínea, protege o coração de doenças cardiovasculares, aumenta a imunidade do organismo e traz longevidade.
O produto pode ser encontrado em supermercados e geralmente é comercializado em garrafas de vidro (fique atenta para o rótulo, que deve indicar que o suco é realmente integral, orgânico e deve ser tinto, tendo cor roxa bem escura). “Ele é diferente do suco de uva em caixa, primeiro porque ele leva a uva integralmente, com casca e semente. Além disso, o líquido passa por um processo onde tem sua temperatura elevada a cerca de 80°C, produzindo assim mais moléculas antioxidantes”, explica a nutricionista Flávia Cyfer.
Justamente por isso é que ele auxilia no emagrecimento. “Um copo de suco de uva integral tem mais ou menos 140 kcal. Já um copo de suco light de caixinha pode apresentar apenas 70 kcal. Se você fizer essa comparação, o de caixa engorda menos, porém, seus aditivos químicos e conservantes geram inflamação e intoxicam as células, o que faz o metabolismo ficar mais lento e ajuda a ganhar gordura”, esclarece a especialista, que frisa que o suco integral rico em antioxidantes e anti-inflamatórios tem efeito contrário: estimula a célula para não gerar gordura.
Suco de uva integral é mais benéfico que o vinho
Você já deve ter ouvido falar que beber uma taça de vinho diariamente faz bem ao coração. É verdade, já que o vinho contém resveratrol, um antioxidante excelente para a nossa saúde. O porém é que o vinho também tem álcool, inimigo número um de qualquer dieta.
Mas, na verdade, essa substância está presente na casca da uva, por isso, o suco de uva integral também apresenta os benefícios do vinho, sem o malefício de ser uma bebida alcoólica. “O resveratrol é como um antifúngico produzido pela fruta para combater fungos e pragas que podem atacá-la. Além de defendê-la, ele também faz muito bem para nós, protegendo o coração e as artérias”, conta Flávia.
Retarda o envelhecimento
O mesmo resveratrol tem a capacidade de melhorar e também aumentar o tempo de vida. “É comprovado cientificamente que para a gente viver mais, precisamos comer menos. Isso porque, quando a gente come, o processo de digestão conta com a produção de radicais livres. Comendo menos, produzimos menos e ativamos um conjunto de proteínas que se chamam cirtuinas, diretamente associadas à longevidade porque reparam as células e protegem dos radicas. O resveratrol faz uma atividade semelhante a essas cituinas no organismo, retardando o envelhecimento”.
Ainda segundo a nutricionista Flávia Cyfer, um estudo recente mostrou que, ao injetar resveratrol em uma célula, ela aumentou seu tempo de vida em 80%.
Mais benefícios
Sua composição nutricional apresenta boa quantidade de arginina, aminoácido que ajuda a melhorar a pressão porque dilata as artérias e facilita a circulação. Além disso, tem glutamina, que ajuda na parte intestinal. As duas substâncias juntas são excelentes para a imunidade, protegendo o corpo de muitas doenças.
Como consumir
A primeira dica da nutricionista é para manter uma alimentação saudável para garantir que a substância responsável (piceide) possa liberar o resveratrol. Além disso, é indicado consumi-lo sempre sozinho, nos intervalos das refeições. “Ele é digerido muito rápido. Se tomar junto com o almoço, por exemplo, vai demorar o processo e ele vai gerar gases”, orienta.
Quantidade ideal: um copo do suco de uva integral concentrado por dia. Há quem prefira diluir em água. Se for o caso, ele pode render muito mais. Só se mantenha atenta para não ultrapassar a quantidade indicada (exagero engorda!) e evite adicionar açúcar.
Sugestão da especialista: pode ser bacana bater o suco com frutas e, se quiser uma comidinha de acompanhamento, opte pelos alimentos mais fáceis de serem digeridos, como um pãozinho leve e sem glúten. Outra dica é bater o suco de uva integral com um tablete de poupa de açaí natural e uma banana. “Fica docinho e consegue aliar a ação dos outros antioxidantes com o resveratrol, super funcional!”.
Fonte: http://www.bolsademulher.com
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